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Poucas vezes se viu na televisão brasileira uma afirmação tão forte da própria identidade: um cidadão do mundo, fazendo questão de referenciar sua terra, “Ipiaú-Bahia”. Rogério Ferrari ainda conseguiu o mérito de deixar Jô de boca fechada por longos minutos, apesar das tentativas de fazer troça do entrevistado, justamente pelo fato dele sempre destacar sua origem. Perdoado. Não sabe o que é ser baiano nem ipiauense.
A entrevista de Ferrari, veiculada no programa dessa segunda-feira (7), foi para falar de seu livro Ciganos, uma coletânea de fotos de ciganos da Bahia, além da exposição homônima, em São Paulo. Faltou uma sequência, pela profundidade intelectual do entrevistado.




































