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CNH mais barata em 2026: veja o que mudou e o que você ainda precisa pagar para tirar a carteira

As provas teórica e prática também continuam sendo aplicadas pelos Detrans.

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Apesar da simplificação, algumas etapas seguem obrigatórias e continuam vinculadas aos Detrans estaduais.

Tirar a primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ficou menos caro e menos burocrático em 2026. As mudanças nas regras da habilitação reduziram a dependência das autoescolas, flexibilizaram etapas do processo e abriram espaço para modelos mais digitais de formação de condutores. Ao mesmo tempo, a transição também aumentou dúvidas sobre cobranças, taxas e direitos dos candidatos.

O que de fato mudou para tirar a carteira de motorista

As alterações passaram a valer após mudanças promovidas pela Resolução nº 1.020/2025 do Contran, pela MP nº 1.327/2025 e pela Lei nº 15.153/2025. O principal impacto foi o fim da obrigatoriedade do pacote completo de autoescola para as categorias A e B.

Antes, o candidato precisava cumprir 45 horas de aulas teóricas presenciais e ao menos 20 horas de aulas práticas em Centros de Formação de Condutores (CFCs). Agora, o curso teórico passou a ser gratuito, online e sem carga horária mínima, realizado pelo aplicativo oficial “CNH do Brasil”.

As aulas práticas também ficaram mais enxutas. O mínimo obrigatório caiu para duas horas-aula, que podem ser feitas tanto em autoescolas quanto com instrutores autônomos credenciados.

A flexibilização reduziu significativamente o custo médio da primeira habilitação. Em Minas Gerais, por exemplo, estimativas apontam queda próxima de 42%, fazendo o valor médio sair de R$ 2 mil para cerca de R$ 1,1 mil após as novas regras.

As etapas e taxas que continuam obrigatórias

Apesar da simplificação, algumas etapas seguem obrigatórias e continuam vinculadas aos Detrans estaduais.

A coleta biométrica permanece exigida, assim como os exames médico e psicológico em clínicas credenciadas. As provas teórica e prática também continuam sendo aplicadas pelos Detrans.

Outra mudança importante foi a ampliação do exame toxicológico. Antes restrito às categorias profissionais C, D e E, ele passou a ser exigido também para quem busca a primeira habilitação nas categorias A e B.

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