
No caso de Elon Musk, o empresário dono da Tesla e do X (ex-Twitter) que ocupa o primeiro lugar da lista, o salto no patrimônio foi de 737%.
O fim da pandemia deu impulso à produção de riqueza global, mas também a desigualdade cresceu nos primeiros anos desta década, indica a nova edição do relatório global da ONG Oxfam sobre o tema, “Desigualdade S.A.”. O levantamento, divulgado oficialmente nesta segunda (15) por ocasião do encontro do Fórum Econômico Mundial em Davos, que reúne nos Alpes suíços o topo da pirâmide política e econômica global, indica que a soma de bilionários do planeta está US$ 3,3 trilhões —ou 34%— mais rica do que no início desta década de crise, e seu patrimônio cresceu o triplo do que a inflação no período.
No caso de Elon Musk, o empresário dono da Tesla e do X (ex-Twitter) que ocupa o primeiro lugar da lista, o salto no patrimônio foi de 737% —a título de comparação, a fortuna de Warren Buffett, outrora o líder do ranking e hoje o quinto colocado, cresceu 48% nesse intervalo, aponta o estudo.
A parcela de riqueza dos 60% mais pobres, que era de 2,26%, caiu para 2,23%, segundo os dados compilados pela ONG a partir do Relatório Global de Riqueza de 2023, do banco suíço UBS, e dos dados globais de riqueza do Credit Suisse relativos a 2019, período anterior à pandemia de coronavírus.




































