O PT já está preparando sua má-quina de guerra para enfrentar o decisivo ano de 2014. O primeiro passo será dado essa semana em um jantar dos caciques da sigla com o PMDB. A anfitriã será a presidente Dilma Rousseff e o cardápio a renovação do bem sucedido consórcio de poder formado pelos dois partidos.
A conversa será pontuada pelas demandas de cada um na agenda de 2013: reforma ministerial, eleição para o co-mando do Congresso e divisão de espaço nas prefeituras. De sua parte, o PT e o Palácio do Planalto definiram o item mais importante.
O ex-presidente Lula não disputará à presidência e Dilma será candidata à reeleição. A decisão acertada pelos dois parece óbvia, mas se trata de uma definição que limpa o terreno de embates fratricidas. Não existe no partido nenhum foco de resistência a essa tese. Nem mesmo as barulhentas correntes da esquerda petista se opõem ao nome de Dilma.
Em outra frente, o PT trabalha para que a sucessão interna da legenda, que ocorre por meio de eleições diretas massivas, não se transforme em um palco de guerra.




































