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Posseiros expulsos denunciam desvio de verba e venda ilegal de lotes em Associação de Mascote

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Membros e ex -associados da Fazenda Santa Luzia, no Município de Mascote que fica a 4 kilometros de distância da BR-101, sentido ao Município de Potiraguá, está sendo alvo de denuncias de pessoas que foram expulsas das terras e foram substituídas por outras que se dispuseram pagar R$ entre 300,00 a Mil e cem reais para adquirir um lote nas dependências da propriedade. O atual responsável pela associação, é um Homem identificado como Geonias S. Aquino, conhecido como Jair, que está como o presidente e este, segundo informações levantadas pela reportagem por pessoas expulsas da fazenda, dispõe de homens da sua confiança identificados como Piroca e Emílio os quais submetem os associados a humilhações e expulsam os trabalhadores a fim de cadastrar novas pessoas para poder vender ou arrendar os lotes para arrecadar dinheiro. 
De acordo com os posseiros, Jair cobra de cada associado R$ 20,00 reais da sexta-básica  distribuída para cada pessoa, num ato de irregularidades, além da cobrança de R$ 25,50 mensais para benefício próprio, sob a alegação de que o dinheiro é de arrecadação documental da propriedade.
Entre Fevereiro e início do mês de março foram arrecadados um total de R$ 1.200 reais, mas os responsáveis não tem prestado contas do dinheiro pago pelos trabalhadores aplicado em benefício dos associados. Os afastados pela presidencia dão conta que foram arrecadados ainda entre 5 a 7 mil reais para a compra de um trator, dinheiro tirado dos associados que de acordo com as denuncias, assim que o montante foi pago, começaram as expulsões dos taralhadores. O local tem capacidade para 150 famílias, Uma das pessoas associadas que que foi posta para fora da fazenda, diz que qualquer pessoa que chegar com R$ 300,00 reais, sai na hora como proprietária de um lote. “As famílias que eles desejam perseguir são humilhadas, sofrem ameaças, e temendo represálias vão embora deixando para trás a conquista de um sonho”.
Informações ainda dão conta que nem um dos associados podem participar de reuniões do presidente e o INCRA, quando chega para a fiscalização da referido assentamento.
A ordem é manter a regra da casa e isso deve ser seguido com o mais absoluto silêncio, ou seja ninguém sabe, ninguém viu.
Apenas podem participar da reunião, Emílio coordenador, Um Homem identificado com o pré-nome Aguinaldo o Piroca, a Secretária Girlene e Jai Barão.
  


testemuinhas Ivam do bar, Marivado do leite, Joaozinho73-3285-5002.Rosilva73-3285-5219.Aguinaldo nos temos ma testemuinha e so vc vim aqui e nos te,agredesemos um abraço. 


















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