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Mesmo sendo cidade líder do ranking do PIB per capita, cidade na bahia sofre com desemprego

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Pichação em parede da rua São Bento, periferia do município. (Foto: Egi Santana/G1)
A realidade de São Francisco do Conde, no interior da Bahia, não faz justiça ao dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o município. Ele ocupa o topo do ranking do PIB per capita (Produto Interno Bruto dividido pelo número de habitantes) em 2009, com um valor de R$ 360 mil por morador. Entretanto, na cidade faltam empregos, saneamento básico e leito de UTI.
A cidade tem pouco mais de 33 mil moradores e ganhou destaque no ranking do PIB das cidades brasileiras por ter instalada em seu território a refinaria Landulpho Alves, a segunda maior em capacidade instalada de refino do país. O PIB total em 2009, em valores correntes, foi de R$ 11.437.501,10, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (13).
14/12/2011 12h06 – Atualizado em 14/12/2011 18h54
Jamili está desempregada há três anos (Foto: Egi Santana/G1)
Jamili está desempregada há três anos.A realidade de São Francisco do Conde, no interior da Bahia, não faz justiça ao dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o município. Ele ocupa o topo do ranking do PIB per capita (Produto Interno Bruto dividido pelo número de habitantes) em 2009, com um valor de R$ 360 mil por morador. Entretanto, na cidade faltam empregos, saneamento básico e leito de UTI.
A cidade tem pouco mais de 33 mil moradores e ganhou destaque no ranking do PIB das cidades brasileiras por ter instalada em seu território a refinaria Landulpho Alves, a segunda maior em capacidade instalada de refino do país. O PIB total em 2009, em valores correntes, foi de R$ 11.437.501,10, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (13). A prefeitura de Monções estima que 45% da população seja atendida por algum programa de transferência de renda, seja municipal ou federal. Além disso, 7 mil habitantes são funcionários públicos, o que representa 21% da população. Ao todo, 66% dependem do poder público para viver, seja com empregos diretos ou com programas de transferência de renda.
Postado por: Daniel Filho

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