De acordo com a lei 340 /92 que tramitou no Município de Camacã, o contrato de exploração de água e esgotamento sanitário firmado em 6 de Novembro de de 1992, pelo então prefeito Luciano José de Santana, com a Embasa, está vencendo nesta terça-feira(6).
O que significa dizer que se o contrato não for renovado entre o município e a Empresa de água e Saneamento S.A, a partir desta quarta-feira (7), ela vai estar trabalhando ilegalmente.
Reza no acordo firmado na gestão daquela época, que a partir daquele contrato a concessionaria ficaria responsável pela prestação deste serviço por 20 anos, os quais vencem nesta data.
Houve uma forte divergência neta terça-feira na Câmara de vereadores, em torno da leitura e aprovação do projeto, pois o mesmo chegou ás mãos dos vereadores sem a legitimidade do protocolo, o que dificultou a abertura dos procedimentos e tramites legais para apreciação de alguns vereadores.
Os alcaides, estiveram discutindo a temática do projeto, onde surgiram várias contradições pela aprovação ou não do mesmo.
Veja os nomes dos Vereadores que aprovaram o projeto em 1992, que legitimou poderes para que a Embasa explorasse os serviços de água e esgotamento sanitário em Camacã por 20 anos:
.José Fernando Alves da Silva
.Mário Cesar Sena de Castro
.Antonio Soares Feitosa
.Gustavo Costa Moura
.Joedique Ribeiro dos Santos
.João Batista dos Santos
.Arismal Alencar dos Santos
.Josefa Rodrigues dos santos
.Valdomiro Francisco de Andrade
.Nilton Chaves,
.Luiz Pereira de castro
.Frederico Manoel Borges de Barros
.Zelindo Pires
.Edson André da rocha
.Florismundo A. Carvalho
.Josemar Gualberto Dantas
.Manoel Silva Santos
.Francisco José da Costa Vargens
.Maria Seara.Antonio Malta
.Walter Melo
Todos este legisladores de alguma forma deixaram seus nomes registrados na história. Uma outra questão que foi bastante apimentada na sessão plenária desta terça-feira, foi a votação de extinção da taxa de religação de água em Camacã, projeto este de autoria do vereador e professor Eduardo.
Wilso Maione disse bem alto e bom som, que em momentos que antecederam a campanha eleitoral, a maioria dos vereadores se mostraram interessados em aprovar o projeto, mais replicou: “Agora que a campanha acabou, o projeto de extinção da taxa não passará pela Câmara, prejudicando a população”. Ele finalizou dizendo que esta taxa cobrada pela Embasa é abusiva e ilegal.





































