Um dos principais alvos das vaias no cortejo do 2 de Julho, o governador amenizou as manifestações dirigidas a ele e ao prefeito de Salvador, ACM Neto. Lembrando dos tempos de sindicalista e parlamentar, respondeu:- Já protestei muito no 2 de Julho. Hoje, ouço alguns protestos e acho natural. Faz parte da democracia.
Wagner também foi questionado sobre a proposta de desmilitarização da Polícia Militar. O governador preferiu não se aprofundar. Disse que se tratava de “uma questão para o Congresso Nacional”.




































