
O presidente do SINDGUARDAS-BA, Pedro Oliveira vem por meio deste repudiar as atitudes tomadas por partes de alguns Gestores e seus secretários pela omissão com a integridade física dos servidores das Guardas Municipais, que estão correndo risco de morte. O Sindicato dos Guardas Civis Municipais do Estado da Bahia (SINDGUARDAS-BA), vem elaborando um dossiê sobre o risco da atividade dos Guardas, falta de estrutura e segurança, a qual os Guardas estão submetidos.
Pedro tem documentos que constam diversos casos de violência praticados na Bahia e na Federação contra os Servidores por parte de bandidos.
O caso mais recente é do do ex-comandante da Guarda Municipal de Feira de Santana, Marcos Vinícius dos Santos, que segundo familiares ele estava sofrendo perseguição política, ameaças e havia pedido remoção para outro local que o oferecesse condições de trabalho e até mesmo já tinha entrado com uma ação na Justiça e foi morto por bandidos dentro do próprio local de trabalho na tarde desta sexta-feira (2). .
De acordo com informações de colegas, Marcos temia pela própria vida e da família e apesar das ameaças e do risco que vinha sofrendo, nada foi feito para solucionar o caso.
Pedro de Oliveira afirma que há negligência por parte do Gestor diante do caso e enfatiza que os agentes não têm como resguardar a vida das pessoas, quando a própria vida deles está em perigo e que na opinião dele, a transferência para outro logradouro não resolve o problema das ameaças, mas amenizaria a situação.
Além disso, a falta de estrutura nas Guardas Municipais é evidente, o que fortalece ainda mais a ação de bandidos.
Em visita à algumas cidades no interior da Bahia, o Sindguardas-Ba tem encontrado Base com viaturas quebradas, banheiros sujos e sem água potável, quantidade de servidores insuficiente, com apenas um Guarda sozinho trabalhando em caráter de plantão, afirma Pedro de Oliveira.