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Sesab faz recomendações para evitar contágio da varíola dos macacos: ‘Não há casos suspeitos’

As crianças também estão em maior risco, e a varíola durante a gravidez pode levar a complicações, varíola congênita ou morte do bebê, aponta a OMS", afirmou a Sesab.

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A Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) fez recomendações sobre a prevenção do contágio pela varíola de macaco, que ainda não tem casos registrados no Brasil, mas foi identificada entre países da Europa, nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália. Segundo a pasta, residentes e viajantes de países endêmicos devem evitar o contato com animais doentes que possam abrigar o vírus da varíola dos macacos.

Os cuidados também estão o de abster-se de comer ou manusear caça selvagem, higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel, além de evitar contato com pessoas infectadas e usar objetos de pessoas contaminadas e com lesões na pele. A doença é endêmica de países africanos, no entanto, os surtos identificados fora do continente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), parecem não ter relação com estes locais, o que pode indicar uma possível transmissão comunitária do vírus.

Ao Bahia Notícias, a Sesab afirmou que, embora a infecção pelo vírus da varíola dos macacos na África Ocidental às vezes leve a doenças graves em alguns indivíduos, a doença geralmente é autolimitada. “A taxa de mortalidade de casos para o vírus da África Ocidental é de 1%, enquanto para o vírus da Bacia do Congo pode chegar a 10%. As crianças também estão em maior risco, e a varíola durante a gravidez pode levar a complicações, varíola congênita ou morte do bebê, aponta a OMS”, afirmou a Sesab.

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