Foi uma terça-feira histórica o dia de julgamento das contas da prefeita do Município de Camacã Ângela Castro. Foi uma sessão com muitos debates e bate bocas por parte dos legisladores, em torno da aprovação ou não das contas do executivo, exercício de 2011. No plenário da casa, várias pessoas torcendo contra e a favor da aprovação das contas do executivo Municipal. A reunião teve início ás 09:00hs e terminou antes da hora a pedido de um dos vereadores da bancada.
Segundo a Lei, a gestora teria que ter gasto com folha de pagamento e seus encargos, apenas o montante de 54% e a gestão gastou 58%, gastos estes, para o aumento dos servidores e contratação de pessoal, o que foi determinante para a reprovação das contas pelo TCM. O plenário da casa, estava lotado com muitas pessoas contra e a favor da aprovação. Para esta sessão um forte esquema de segurança foi montado com homens da Polícia Militar que ficaram no recinto até o término da sessão.
Os vereadores de oposição Neilton Bahia, professora Conceição, Nailton e Luciene apesar do voto ser secreto, declararam que votavam rejeitando as contas da gestora. Por outro lado alguns vereadores, foram favoráveis á gestão e, também declararam seu voto abertamente ao público presente. De acordo com Harison do setor jurídico do Executivo Municipal, o aumento foi necessário porque sem o aumento os profissionais perderiam a valorização do seu salários.
Ele esclareceu que só se rejeita as contas de um gestor, quando existem fraudes, lo-completamento ilícitos, quando as pessoas roubam e por várias outras razões. Ele reitera que a gestora neste caso, não envolveu a ilegitimidade de casos, não envolveu lo-completamento ilícito e não envolveu nada. “Estamos diante de um caso técnico, gastamos mais do que 54%, isso é justo ou não”, interrogou, dizendo que é exatamente isso que se deve analisar.
- A sessão ocorreu em paz, porém com forte esquema de segurança
Por volta das 14: Horas, o vereador Deco, pediu para professora Dai, chefe do Legislativo, encerrar a sessão para garantir a segurança do ambiente. Quando o vereador fez este pedido, foi veementemente repreendido pelo público de oposição e respectivamente pelos vereadores contrários a bancada da prefeita e com muitas vaias e gritarias a sessão foi encerrada.







































