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População de Camacã repudia soltura de Homicidas confessos

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É grande o clamor da população em desfavor da decisão judicial da comarca de Camacã, que colocou em liberdade dois homicidas confessos no assassinato do aposentado Adolfo Crispim dos Santos, ocorrido na sexta-feira (9), deste mês na Rua da Rua da Independência. Os acusados foram presos no sábado por uma guarnição da Polícia Militar, horas depois de terem cometido assassinato na residência da vítima. O corpo do idoso, foi encontrado sem vida e bastante machucado. A vítima apresentava lesões provenientes de uma perfuração, resultado possíveis golpes partidos da parte metálica e pontiaguda de um guarda-chuva, bem como, de golpes semelhantes aos promovidos por instrumento corto cortante, causados possíveis golpes de facão, que segundo informações, ainda encontrava-se entranhado a altura do pescoço do idoso. As primeiras informações colhidas pela PM, davam conta de que o idoso teria sido vítima de um latrocínio promovido por Ualisson (preso no período da tarde no dia seguinte do assassinato e um segundo, identificado posteriormente com

o sendo Samarone Souza (Gatinho), de 24 anos, procedente da Cidade Alta. Com os acusados a Polícia Militar apreendeu o dinheiro do latrocínio, um brucutu e um revolver calibre 38. Os homens que foram identificados, passaram apenas dois dias presos, elegeram advogados, e foram, ouvidos e postos em liberdade. Os homens em questão além de terem confessado o assassinato do aposentado, também declaram em vídeo gravado pela PM, participações em inúmeros tiroteios na Cidade Alta, onde existe uma luta crônica projetada por gangues rivais na disputa por pontos de vendas de substâncias entorpecentes, nos principais bairros periféricos da cidade. A imprensa camacaense tem sido abordada pelo clamor da comunidade, pedindo uma resposta por parte dos poderes judiciários, quanto às solturas dos apontados, uma vez que algumas vítimas dos acusados que levaram tiros ou foram agredidas violentamente  e não querem ser identificadas por temerem represália. Estas vítimas têm se demonstrado indignação com a atitude da justiça com soltura dos indivíduos, que representam ser uma ameaça para os cidadãos de bem da comunidade.

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