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Polícia Civil ainda não prendeu assassinos de Juraci

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A polícia civil ainda não conseguiu prender os três homens que mataram o agricultor Juraci Santana, na madrugada de terça-feira. A operação de caça aos criminosos é comandada pelas delegacias regionais de Ilhéus e Itabuna. A polícia colheu depoimentos que apontam dois supostos “caciques” tupinambás como envolvidos na morte de Juraci Santana. O produtor rural era líder do Assentamento Ipiranga, no Maroim, em Una. Os suspeitos são dois caboclos, Cleildo e Pascoal, que conseguiram da Funai o título de “caciques”. Testemunhas relatam que as vozes e a estatura dos homens que assassinaram Juraci eram idênticas às dos falsos tupinambás. Cleildo e Pascoal são acusados de assediar os assentados para que se cadastrem como índios, como foi feito com centenas de negros, mulatos e caboclos da região. Juraci era contra. Até aqui, há silêncio por parte dos policiais que participam das investigações. O clima na região do conflito permanece tenso, apesar de não ter sido registrado confronto nesta quinta, nem na zona rural de Una nem em Buerarema. (A Região)

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