
Por Agnaldo Santos- Nós o povo Brasileiro, ao longo dos anos, temos patrocinado a mosa nossa própria desgraça quando elegemos deputados e senadores que prometem trabalhar e fazer a nossa vontade. “BALELA”. Depois de eleitos eles se esquecem das promessas feitas e se beneficiam ás nossas custas desfrutando do conforto que lhes é conferido por meio do voto popular. As leis de um país são regimentadas pelos Deputados e senadores e nós, os responsáveis diretos pela eleição de cada um, ficamos com o consolo de permanecer como sempre “calados”. A questão do menor infrator por aqui, é o acúmulo do absurdo. Eles furtam, assaltam e nos matam e são protegidos pela lei. Eles, os menores, são patrocinados pelo tráfico e pela criminalidade, se transformam em verdadeiros testas de ferro, são orientados a nos nos exterminar e ninguém toma uma providencia. De quem é a culpa? O cidadão Brasileiro tem de se posicionar contrário a tudo isso que vem ocorrendo, e exigir dos políticos uma reformulação na lei do menor e se mobilizar cobrando deles que façam uma modificação nos artigos da lei. . Os Deputados e senadores devem votar projetos que defendam os direitos do menor, mas o menor facínora que muitas vezes pratica crimes com requintes de perversidade, deve ser punido rigorosamente, ficando atrás da grades. Os políticos por sua vez, devem defender os direitos do cidadão de bem. A lei que defende menor infrator realmente fere veementemente a todos os princípios da humanidade. Este tipo de menor, tem matado e fica por isso mesmo, porque tem certeza da impunidade e a justiça pode mudar isso. Em Camacã, um destes indivíduos, inclusive com várias entradas na delegacia pública local, confessou que matou uma pessoa. Na verdade foi um crime hediondo, com requintes de crueldade, ocorrido no mês de novembro, só porque tem 14 anos, nada lhe aconteceu, continua armado pelas ruas da cidade e no tráfico de substâncias entorpecentes. Chegou ser ouvido, mas o Conselho Tutelar de Camacã entrou em ação e ele saiu pela porta da frente, ameaçando um cidadão que tinha acabado de roubar. Já está nas ruas, pronto para atacar outra vez. Até quando vamos estar assistindo a nossa própria derrota, a nossa própria falência a nossa própria morte?.Vale uma reflexão.




































