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“Não se pode falar em chocolate e em cacau sem a presença da Ceplac”, diz Jaques Wagner

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O Município de Camacã mandou representante para o evento

Ceplac, um patrimônio da Agricultura brasileira que deve ser sempre preservado, representa o que a Bahia tem de melhor em termos de assistência técnica ao cacauicultor. É sinônimo de cacau-cabruca, de preservação ambiental. No Brasil, não pode falar em chocolate, em cacau sem a presença e a participação dela. A declaração foi feita na noite de quarta-feira, dia 03, em Ilhéus, pelo governador da Bahia, Jaques Wagner, durante a abertura do V Festival do Internacional do Chocolate.

Ao destacar o trabalho da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, o governador baiano ressaltou a importância da regulamentação assinada por ele que reconhece a cabruca como sistema agrossilvocultural de baixo impacto. Jaques Wagner se referiu ao decreto 14.024, que regulamenta a lei nº 10.431, de 20 de dezembro de 2006, a chamada Lei Ambiental da Bahia.

Nela, o Estado passa a reconhecer legalmente as atividades agrossilvopastoris – agricultura, silvicultura e criação de animais de forma integrada – estabelecendo níveis de impacto ambiental para esses modelos. “O sistema cabruca é sinônimo de conservação ambiental e a Ceplac significa desenvolvimento sustentável e fortalecimento da economia cacaueira”, disse Jaques Wagner. A medida do governador baiano permite o manejo do sistema agroflorestal cacau-cabruca, existente há dois séculos e meio no sul do Estado, conservando elemntos da Mata Atlântica baiana. O cabruca é um sistema produtivo, com sustentabilidade ambiental, social, econômica e cultural. Assessoria de Comunicação da Ceplac

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