
Bruno foi formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), e em Economia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC).
Morreu neste dominfo por volta das 8h20,o prefeito de São Paulo, Bruno Covas Lopes, 41 anos. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês recebendo medicamentos analgésicos e sedativos. O quadro clínico é considerado irreversível pela equipe médica. Neste momento, encontra-se no quarto acompanhado de seus familiares”, diz o texto do boletim médico do Sírio-Libanês.Ele enfrentava um câncer, diagnosticado em 2019, e estava internado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, desde o início do mês. Ele estava licenciado há duas semanas do cargo pelo agravamento do quadro clínico, mas, segundo auxiliares na administração municipal, acompanhava do hospital o cotidiano da cidade e recebia algumas visitas, como as mais recentes, do presidente da Câmara, Milton Leite, e do vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia. Filiado ao PSDB, partido que o seu avô Mário Covas ajudou a criar, ele foi o primeiro presidente da legenda, em 1988. Bruno foi formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), e em Economia pela Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC).
Bruno Covas teve seu caráter forjado pelo seu avô “Mário Cova”s, ex-governador de São Paulo. Foi presidente Nacional da Juventude pelo PSDB, foi Deputado Federal e vice-prefeito na chapa de João Dórea pelo Estado de São Paulo. Bruno Covas Lopes Santos, nasceu em 7 de abril de 1980. Foi um advogado, economista e político brasileiro Filiado ao Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB), era o atual prefeito da cidade de São Paulo. Se formou em direito pela Universidade de São Paulo e em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Entre outros cargos, foi deputado estadual, Secretário Estadual, de meio ambiente de São Paulo. Em 2015, foi sub-relator da Comissão Parlamentar de Inquérito da Petrobras e membro da Comissão Especial da Maioridade Penal. Em outubro de 2016 foi eleito vice-prefeito da cidade de São Paulo, na chapa de João Dorea, assumindo a prefeitura em 6 de abril de 2018, em razão da renúncia de Doria. Em 2020, Covas foi reeleito prefeito de São Paulo, tendo conseguido o feito inédito de vencer em todos os distritos eleitorais da cidade no primeiro turno. Tem um filho chamado Tomás Covas Lopes, com sua ex-mulher Karen Ichiba. Tomás Covas desde pequeno participa de campanhas eleitorais de seu pai, cogitando se filiar ao PSDB. É neto do ex-governador do estado de São Paulo, Mário Covas. Neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, Bruno Covas, foi desde criança, ligado à política.
Estudou nos colégios Carmo e Lusíada, em Santos. Em 1995, quando foi estudar em São Paulo, no Colégio Bandeirantes, teve a oportunidade de morar com o avô. É graduado em Direito, pela Universidade de São Paulo (USP; 1998-2002), e em Economia, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP; 1998-2005). A sua carreira começou em 2004, ano que que se candidatou a vice-prefeito de Santos na chapa de Raul Christiano pelo PSDB. Nos anos de 2005 e 2006, foi assessor da liderança dos Governos de Alckmin e Claúdio Lembo na Assembleia Legislativa.
Em 2006, foi candidato a deputado estadual, sendo eleito com 122. 312 votos, umas das maiores votações naquela eleição. Em 2010, foi novamente candidato a Deputado Estadual agora sendo o mais votado do estado de São Paulo com 239 150 votos, sendo mais de 131 mil só na capital paulista. Bruno Covas foi convidado por Geraldo Alkmim, para assumir a Secretaria do Meio Ambiente a partir do início de 2011, ocasião em que se licenciou do cargo de deputado estadual. Ficou no cargo até abril de 2014, quando foi exonerado para disputar as eleições naquele ano.
Deputado estadual
Eleito deputado estadual em 2006 com 122 312 votos, foi considerado pelo Movimento Voto Consciente, o deputado mais atuante da legislatura (2007-2010). Foi presidente da Comissão de Finanças e Orçamento no primeiro biênio (2007-2008) e relator do Orçamento do Estado por dois anos consecutivos (2009-2010). Integrou ainda as Comissões de Direitos Humanos e de Defesa dos Direitos do Consumidor e foi presidente da Frente Parlamentar de Apoio à Comunidade Luso-Brasileira e Coordenador da Frente DST-Aids. Foi relator de mais de 180 projetos de lei, como a Nota Fiscal Paulista, que diminui a carga tributária e devolve tributo diretamente para o cidadão, e foi presidente da CPI do ECAD, relator da CPI da CDHU e membro da CPI da BANCOOP. O vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), será o seu sucessor no comando de São Paulo.




































