
Com isso, já são oito no total os produtos com lotes contaminados. Ainda de acordo com a pasta, as análises feitas até o momento identificaram contaminação em 21 lotes.
Em nova análise divulgada nesta quinta-feira (16), o Ministério da Agricultura detectou contaminação em outros seis produtos da cervejaria Backer. Além da contaminação em lotes da Belorizontina e da Capixaba, que é vendida no Espírito Santo, o órgão encontrou monoetilenoglicol e dietilenoglicol em lotes de outros seis produtos. São eles: Capitão Senra, Pele Vermelha, Fargo 46, Backer Pilsen, Brown e Backer D2.
Com isso, já são oito no total os produtos com lotes contaminados. Ainda de acordo com a pasta, as análises feitas até o momento identificaram contaminação em 21 lotes. Nesta quarta-feira, 15, o Ministério da Agricultura confirmou que a fábrica da Backer usou água contaminada na produção de suas cervejas.
A análise do ministério detectou que a contaminação ocorreu dentro da cervejaria, mas ainda não há conclusão sobre de que forma isso aconteceu. O ministério considera como hipóteses, por exemplo, o uso indevido ou vazamento de substâncias que refrigeram a produção, além da sabotagem.