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Para ele, o “problema está basicamente na falta de um pluralismo forte”. Ele fez a ressalva que estava expressando seu ponto de vista pessoal, como “cidadão livre e consciente”. “No Brasil, negros e mulatos representam de 50% a 51% do total da população, mas não-brancos são bem raros nas redações, nas telas de TV, sem mencionar a quase abstenção deles nas posições de controle ou liderança na maioria dos veículos de comunicações. É quase como se eles não existissem no mercado de ideias.”
“Raramente eles são chamados para expressar seus pontos de vista. Esse é o maior problema para nós, no meu ponto de vista”, disse. E continuou: “Eu apontaria a fraca diversidade política e ideológica na imprensa. O Brasil tem hoje três principais jornais nacionais impressos, todos eles mais ou menos inclinados para a direita no campo das




































