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Corregedor abre procedimento para apurar conduta de juíza que usou argumento racista

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, instaurou pedido de providências para que a Corregedoria-Geral da Justiça do Paraná apure os fatos.

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A repercussão da decisão proferida pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba, em que ela usou argumento racista em uma sentença na qual condenou sete pessoas por organização criminosa gerou consequências.

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, instaurou pedido de providências para que a Corregedoria-Geral da Justiça do Paraná apure os fatos.

Na decisão de Inês Marchalek Zarpelon, ao se referir a um dos réus, Natan Vieira da Paz, homem negro de 42 anos, ela disse, três vezes, que ele seria “seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça”. O ministro Humberto Martins cita matérias jornalísticas do portal Migalhas, Jornal Hoje, da TV Globo, Jota, Estadão, UOL, O Globo e R7, que citaram a decisão, como motivadores do pedido.

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