O governo elevou os impostos das cervejas, refrescos, isotônicos e energéticos, o que vai gerar receitas extras de R$ 200 milhões, informou o Ministério da Fazenda por meio de nota nesta terça-feira. Com isso, os preços finais dos produtos deverão subir, em média, 0,4%, afirmou o secretário-executivo adjunto da pasta, Dyogo Oliveira.
Para a cerveja, a medida vale para todos os tipos de embalagens, enquanto, para os demais produtos, para latas ou vidros. O ajuste não afeta os preços da água mineral e nem dos refrigerantes, segundo o secretário. Oliveira destacou, porém, que em outubro está previsto um novo ajuste no multiplicador. E, dessa vez, incluirá também os refrigerantes, mas não a água.