
A destruição da obra, é um atentado ao patrimônio público e a memória do autor
Por Agnaldo Santos-Uma escultura do artista plástico Mário Paganelli, em formato de trabalhador rural, construída com fios de cobre, representando a cultura do cacau, a região cacaueira e o homem do campo, inaugurada em agosto de 2011, pela Prefeitura Municipal de Camacã, na Praça Mario Batista, foi alvo de ataques e teve a cabeça e os braços arrancados por vândalos. A depredação ocorreu na madrugada de sábado para domingo (14), enquanto a cidade estava em silêncio. A depredação é considerada crime ao patrimônio Publico da cidade de Camacã e também a memória do artista.
A obra que foi inaugurada na comemoração da festa da cidade, juntamente com outro monumento no centro da praça, nunca teria sofrido um ataque desta natureza, e sempre foi vigiada pelos vigilantes do local. A escultura se transformou em atrativo do lugar, onde todos os dias, as pessoas que visitavam a praça para se divertirem, ou fazer um lanche, sempre se dirigiam á aquela obra para tirarem fotos.
O ataque sofrido pela escultura, é um atentado e desrespeito ao patrimônio público. Os acusados de depredar o patrimônio Público, devem ser investigados, descobertos e responderem criminalmente diante dos órgãos judiciários. De acordo com o “Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia: Pena – detenção, de um a seis meses, ou multa é considerado dano qualificado. O que se espera diante deste episódio é que as autoridades judiciárias investiguem os responsáveis pela baderna.




































