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Camacã-Seguranças bancários deflagram greve

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O segurança de vermelho (foto), teve o uniforme atracando do corpo pelos colegas.fotos/O tempo Jornalismo

Os grevistas enfrente ao Banco do Brasil

Por Agnaldo Santos-Mais de 20 vigilantes que prestam serviços de segurança e militam em agências bancárias no Município de Camacã, deflagraram greve por tempo indeterminada na manhã desta quarta-feira(27). A greve que se estende por todo o estado, chegou com força total, paralisando o sistema bancário na cidade. Os profissionais exigem o repasse de 30% de periculosidade conquistado por lei federal, repasse este que as empresas que prestam serviços para as instituições financeiras, relutam em não repassar aos trabalhadores. De acordo com os profissionais, o reajuste que eles estão buscando, está na lei 12.740 de 8 de Dezembro de 2012.

Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste, estão com suas funções paralisadas por conta da greve. O Bradesco esteve funcionando durante toda a manhã sem a presença da segurança interna, mas a Polícia Militar, fez blitz na cidade, fiscalizando o entrai e sai de Veículos na cidade.

Os vigilantes que estavam participando do movimento, foram até a agência da Previdência Social (INSS), com o objetivo de exigir dos companheiros que também se juntassem a eles, mas houve resistência. A gerente do Posto Antônia Batista Santana, disse que se os vigilantes da sua agência entrassem na greve, seriam notificados e até poderiam perder o emprego, porque alguns trabalham apenas a pouco mais de 15 dias, na empresa. “Não Sabemos até que ponto esta greve é legal” disse reiterando que o funcionário não queria participar do movimento, mas que estava sendo persuadido.

Pessoas que tinham de ser atendidas na boca do caixa, tiveram que voltar

Este mesmo segurança, teve a farda de trabalho tirada do corpo pelo colegas. Eles disseram que o ato é democrático, mas encaram a posição Antônia Batista, como assedio moral, uma vez que ameaçou o funcionário em demiti-lo, caso participasse do movimento. Até o meio dia desta quarta-feira, nem um representante sindical da classe da classe, esteve em Camacã, para se juntar aos grevistas

 

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