
Benini disse que a Bahia está importando maniva o que não era pra acontecer
Por Agnaldo Santos-O Agrônomo Paulo Benini, da cidade de Itabuna, esteve no Município de Camacã,na manhã desta segunda-feira (25), juntamente com uma comissão da EBDA, onde participou de um evento da assinatura de um convênio com a prefeitura Municipal de Camacã e concedeu entrevista a reportagem de O Tempo Jornalismo e, falou de um programa denominado de “Reniva”que é nada mais, que um projeto de maniva de mandioca produzido em laboratório. Para ele, o que no seu ponto de vista parece ser uma brincadeira, não é. Ele considera que a mandioca por ser um sustentáculo, por ser plantada em 90 por cento dos produtores do país, a crise chegou e pegou todo mundo de calças curtas por não ter se preparado por conta da vassoura de bruxa que atacou a lavoura cacaueira e pegou todo mundo de surpresa.
O Agrônomo garante há uma necessidade de se fazer uma retomada com esta cultura na região. Ele refletiu que todo o pequeno produtor planta mandioca, eles estão no processo de produzir manivas de boa qualidade, para que o futuro, se tenha maniva de qualidade e possa melhorar a produtividade que está baixa.”Nós não temos raiz e estamos comprando raiz de mandioca em Eunápolis e o estado do Paraná está colocando farinha em nossa região, encarecendo assim a tonelada de raiz de mandioca”,disse, destacando que o pequeno agricultor está sem a devida sobrevivência.
Ele reitera que este negócio de maniva de laboratório parece brincadeira, mas vai ter que acontecer, porque ao longo do tempo, as manivas de qualidade foi acabando e o produtor não deu vasão ao trabalho com a mandiocultura. “Ele precisava plantar mais e mais, ao contrário, ele não foi fazendo, aí então vieram as pragas, as doenças e foram diminuindo este material genético”disse finalizando que os produtores que tiverem a visão de produzir material genético de qualidade, estes estarão pensando no futuro.




































