A População de Camacã talvez não saiba da importância da conclusão desse Plano que foi apresentado na quinta feira (19 de dezembro) no auditório da Câmara de vereadores através da Empresa Saneando de Salvador. O Plano de Saneamento Municipal, como instrumento de planejamento, deverá trazer:Diagnóstico da situação e de seus impactos nas condições de vida, utilizando sistema de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos e apontando as causas das deficiências detectadas.
A Prefeita Ângela Castro não se conteve da emoção ao ver um Plano tão bem elaborado há anos em reuniões na sede, distritos e povoados com a comunidade, ser concretizado e pronto para se colocar em prática. Agora é esperar os muitos benefícios que a cidade vai ser recompensada, inclusive a situação do famigerado lixão, onde algumas pessoas sem conhecimento da causa acabam criticando sem ao menos saber os procedimentos para solucionar esse problema, o qual, a prefeita não tem cruzado os braços e o resultado está ai.
Lamentavelmente é a ausência justamente dessas pessoas no Plenário da Câmara, onde ali, seria ideal para levar críticas construtivas e sugestões. Entretanto, essa conquista é de todos aqueles que consideravelmente buscou alternativas e que esteve sempre ao lado, independentemente de bandeira partidária a fim de trazer soluções de um problema que naturalmente é um dever de todos. A política de saneamento tem inúmeros impactos positivos, diretos e indiretos na vida do cidadão e do município.
Como benefício direto destaca-se das áreas de: Saúde – qualidade, redução de doenças e economia orçamentária aos municípios que permite melhoria da política de saúde, ampliação de metas de saneamento e implementação de projetos; Meio ambiente– a redução da poluição dos mananciais e dos cursos d’agua oriundos da disposição inadequada dos esgotos e resíduos sólidos; integração das infraestruturae serviços com a gestão eficiente dos recursos hídricos; Defesa social – quando do controle de inundações e a segurança da vida e do patrimônio público e privado; O Governo Federal, por meio da FUNASA, disponibiliza linhas de recurso para que os municípios possam custear o desenvolvimento de seus planos municipais de saneamento e outras ações correlacionadas.
Os prefeitos que não instituírem o plano de saneamento municipal, eventualmente poderão ser responsabilizados por improbidade administrativa. Assim, os gestores deverão estar atentos às demandas municipais e deverão incorporar aos seus Planos de Governo para os próximos anos ações de política de saneamento como forma de melhoria da saúde e da qualidade de vida de seus eleitores.
Fonte: Departamento de Divisão, Comunicação e Divulgação
Wellington Brito, Jabinho Sena e Harry Nascimento





































