A presidência do Conselho Tutelar de Camacã, se sentiu ofendida e tentou desclassificar a matéria verdadeira publicada por O Tempo jornalismo, no dia 8 de Janeiro de 2012. A matéria revela a ação de duas adolescentes, que em dias anteriores a publicação, saíram pelas ruas e praças de Camacã, distribuindo chutes, palavras de baixo calão, deteriorando o patrimônio comercial da cidade. As menores em questão, destruíram a vitrine da Play Som, localizada na Praça Dr. João Vargens. A nota do presidente do Conselho Tutelar, também tenta desmentir de maneira visível o que foi abordado sobre a presença de menores pedintes nas noites camacanese, o que é vivido e sabido por todos. A nossa reportagem inclusive, tem presenciado a ação dos referidos menores pelas ruas da cidade. O Tempo Jornalismo, publicará na íntegra o relatório de indignação do órgão, a fim de satisfazer a sua vontade de direito de resposta:
De: conselho tutelar de camacan/ba <conselhotutelarcamacan@hotmail.com>
Assunto: resposta a publicação de 08 de janeiro de 2013
Corpo da mensagem:
Na data 08/01/2013 foi publicado no site otempojornalismo noticia em que se atribua ato infracional praticado por adolescente, frizando as seguintes frases “Uma empresa de vendas de CDS, localizada na avenida Dr. João Vargens, e uma outra loja de confecções, foram atacadas pelas referidas menores á ponta pés. Os comerciantes reclamam da inoperância do Conselho Tutelar de Camacã, que não fiscaliza os menores, deixando-os em situação de risco, diante da comunidade” e “Uma outra questão que muito chama a atenção, é o grande número de menores pedintes nas noites camacaense, nas portas das lanchonetes e barracas que servem alimentos, onde grupos são formados, e vivem a mendigar, e de alguma forma se colocam em estado de vulnerabilidade social, já que não existe controle por parte do Conselho Tutelar, um dos órgãos órgão de competência de atuação nesta área”, o que acabou prejudicando a imagem e credibilidade deste Conselho Tutelar, uma vez que o noticiado é pura inverdade, principalmente sobre as palavras “não fiscaliza” e “não existe controle”, uma vez que buscamos sempre a garantia dos direitos de crianças e adolescentes de nosso municipio. O municipio de Camacã está enfrentando uma problematica que se chama “drogas” em todas as faixas etarias e, infelizmente nossas crianças e adolescentes estão sendo alvos de traficantes e de pessoas de má indole que os exploram sexualmente e economicamente, deixando-os em total situação de risco e com seus direitos violados. Devemos entender que a problematica é do municipio e não só dos Órgãos de Proteção. A população deve fazer a sua parte, ou seja, quando se fala em crianças pedintes é porque a população se sensibiliza e acaba dando dinheiro e alimento favorecendo a permanencia de crianças e adolescentes nas ruas, chegando os mesmos a incomodar comerciantes e população em geral. Devemos entender que a familia destas crianças e adolescentes são beneficiadas com beneficios eventuais (cestas basicas, pagamentos de contas e demais outras)fornecidos pelo municipio, alem disso, recebem o beneficio Bolsa Familia, não havendo a necessidade da população em auxliar e ajudar com alimentos e dinheiro. Fica a dica “NÃO DÊEM DINHEIRO E NEM ALIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES PEDINTES”.
Em relação a adolescentes cometendo atos infracionais, a primeira coisa que se deve fazer é registrar queixa junto a Delegacia de Policia Civil (DEPOL), pois tais atos fogem da competencia do Conselho Tutelar, ou seja, a policia militar faz a abrdagem e conduz os adolescentes a DEPOL, onde se registra a ocorrencia e apartir de relatorio produzido pela DEPOL, o mesmo é encaminhado ao Ministerio Publico que havendo necessidade aciona o Conselho Tutelar para medidas pertinentes a situação.
Finalizando, estamos a disposição da população e sites jornalisticos para qualquer esclarecimento sobre tal.




































