Por Agnaldo Santos-Picapeiros e motoristas de caminhão com ponto fixo na praça Mario Batista, no centro de Camacã e vivem exclusivamente da renda dos fretes que pegam para sustentar as famílias, há muito tempo estão passando por maus bocados. Os profissionais não estão encontrando quem os contrate, fato este que assusta e leva os motoristas passar por grandes dificuldades financeiras.
A maioria dos motoristas uma média de 25, vive de braços cruzados ou assentados debaixo das arvores batendo papo enquanto espera os clientes que dificilmente aparecem. O motorista Vivaldo de Oliveira Santos, 46 anos, disse que desde que a vassoura de bruxa devastou a lavoura cacaueira, no final dos anos 80, o movimento de frete de caminhão junto aos picapeiros é completamente fraco.
Ele garante que a falta da produção do cacau na região, reflete fortemente e negativamente na sua classe profissional e acontece de ter semana que o motorista não consegue nem um contrato de frete. Ele destaca que a lavoura cafeeira na região é intensa, mais os produtores não contratam os profissionais para fazer o transporte. “Os donos de cafezais devem ter seus próprios meios de transportes o que dificulta ainda a nossa labuta disse”. Os profissionais disseram também que a falta da agricultura no Município de Camacã, contribui para a quase falência dos picapeiros, porque não tem condição de colocar pneus, quanto mais de financiar um carro melhor para o trabalho diário.




































