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Brasil ultrapassa 103 mil mortes, aponta consórcio as 20h

Desde o final de maio, a média móvel de sete dias se aproximou de mil mortes a cada 24 horas.

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Nos últimos sete dias, a média móvel de novos óbitos foi de 1.000 a cada 24 horas pelo novo coronavírus. O País registrou nesta terça-feira, 11, 1.242 mortes e 56.081 novas infecções de coronavírus, segundo dados do levantamento realizado pelo Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL com as secretarias estaduais de Saúde. No total, 103.099 vidas já foram perdidas por causa da covid-19. O balanço mais recente do Ministério da Saúde mostra ainda que 2.243.124 ​pessoas já se recuperaram do coronavírus em todo o País.
Desde o final de maio, a média móvel de sete dias se aproximou de mil mortes a cada 24 horas. Desde então, ou seja, há doze semanas, os números têm se mantidos próximos a esse patamar. Sobre os infectados, já são 3.112.393 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 56.081 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 43.474 por dia, registrados nas últimas duas semanas.
O Estado de São Paulo registrou 420 óbitos e 11.147 novos casos pela covid-19 nas últimas 24 horas. Ao todo, o Estado tem 639.562 pessoas infectadas pela covid-19 e 25.571 mortes. O Rio de Janeiro é o segundo Estado com mais vítimas fatais (14.212). Em terceiro vem o Ceará (8.043). Na sequência estão: Pernambuco (7.008), Pará (5.909), Bahia (4.067), Amazonas (3.390), Minas Gerais (3.613), Maranhão (3.204) e Paraíba (2.046). O Brasil é o segundo país com mais mortes e casos de covid-19 no mundo. Só perde para os Estados Unidos, que somam 164,6 mil mortes e 5.130.784 casos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia. E se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

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