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Bancários de Camacã aderem à greve nacional

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Sindicalistas estão de plantão para garantir que os funcionários não quebrem a greve:Fotos \ O Tempo Jornalismo

Por Agnaldo Santos-As instituições bancárias do município de Camacã, aderiram a grave nacional e já se encontram no segundo dia consecutivo no movimento. Todos os profissionais do setor, aproveitaram o dia para descanso, enquanto sindicalistas da classe, estão dando plantão nas agências para garantir que os funcionários das quatro instituições, não venham infringir a lei  do sindicato. De acordo com o Diretor da Federação dos Bancários da Bahia, João Lisboa, em entrevista á reportagem do site O Tempo Jornalismo, disse que infelizmente os profissionais se dedicam muito aos banqueiros, e se sentem explorados por eles com uma carga horaria altíssima, além de também explorar os próprios clientes.

Todos os funcionários estão parados

Ele destacou que apenas o Banco do Brasil, no primeiro semestre deste ano, de janeiro a junho, teve um faturamento liquido de R$ 10 bilhões, enquanto o Bradesco vem na segunda colocação, com um faturamento de R$ 7 bilhões, enquanto os profissionais bancários, estão pedindo simplesmente um reajuste de 11. 98%, que não é nada mais que uma inflação de 7%, e uma reposição das perdas salariais de 5%. Como os banqueiros não quiseram acatar as determinações propostas, os profissionais estão nas ruas para provar aos banqueiros, que a categoria é organizada e sabe o que quer. O sindicalista falou ainda que só na Bahia, mais de quinhentas agências bancárias estão fechadas e um total de 1.500 bancários na mesma situação.

Ele garante que de 1990 até o presente momento, o número de bancários encolheu, pois toda categoria naquele ano, somava 1 milhão e 200 mil bancários, mas na atualidade este número é reduzido a 500 mil bancários, o que sígnica uma perda de 50%. Uma outra questão levantada pelo sindicalista é a falta de respeito do setor bancário com os clientes, concernente as grande filas.”Nós sindicalistas, estamos sempre entrando com projeto de lei em favor do cliente” finaliza dizendo que as portas eletrônicas não são projetos de banqueiros e sim do sindicato.

 

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