O secretário Eugênio Spengler (Meio Ambiente) divulgou, para apreciação e sugestões até o dia 20, a minuta do decreto que cria o Programa de Regularização Ambiental dos Imóveis Rurais da Bahia, documento que, segundo o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart (foto), será o upgrade da região cacaueira: vai provocar, com boas práticas ambientais, a valorização das terras hoje quase desprezadas e reabilitar a autoestima dos produtores, com a volta à cena produtiva. A partir desse decreto, os produtores de cacau poderão fazer o manejo de sombra em suas roças, o que significa aumento da produção e produtividade.
Quem só via tragédia, passará a ver a esperança. Vai provocar – e isso foi dito por Juvenal há muito tempo – a valorização da terra. O que fará, por consequência, aumentar o limite de crédito do produtor. Ou, caso não queira seguir produzindo, dará a ele uma sobra de grana com a venda de suas terras, já mais valorizadas. Só que o cacau foi incluído no Plano Agricultura de Baixo Carbono, o que significa dizer que irá dispor – junto com outras culturas – de R$ 205 milhões para financiamento na próxima safra. Vai possibilitar a entrada de novos investimentos, inclusive de novos agentes financeiros, tendência que já se observa na publicidade de diversos bancos, já fazendo alusões diretas à sustentabilidade… (coluna Tempo Presente, de Levi Vasconcelos, jornal A Tarde)




































