
Adriano está foragido há mais de um ano, após a Operação Intocáveis.
Após uma denúncia recebida pela subsecretaria de inteligência, a Polícia Civil do Rio enviou um delegado e dois agentes à Bahia para realizar uma operação em busca de Adriano Magalhães da Nóbrega, que não foi encontrado. A ação ocorreu na sexta-feira (31). De acordo com a própria polícia, ele é o miliciano que chefia o Escritório do Crime.
O grupo de matadores de aluguel atuante no estado do Rio é suspeito de ter ligação com o assassinato de Marielle Franco. Em nota, a polícia baiana diz que uma equipe prestou apoio à operação realizada na Costa do Sauípe. Adriano está foragido há mais de um ano, após a Operação Intocáveis.
Na ocasião, cinco foram presos acusados de grilagem de terra, agiotagem e pagamento de propina em Rio das Pedras, Zona Oeste. Adriano Magalhães da Nóbrega aparece nas escutas telefônicas do Ministério Público como “Capitão Adriano” ou “Gordinho”. Adriano é considerado por policiais e investigadores como um indivíduo violento. Ex-capitão da tropa de elite da PM, Adriano foi preso duas vezes suspeito de ligações com a máfia de caça-níqueis.




































