
Rodrigo permaneceu de cabeça ereta durante todo julgamento: Fotos \ O Tempo Jornalismo
Por Agnaldo Santos-Acusado de mandar matar Valter Bruno Conceição Santos, (Peste), no dia 06 de Junho de 2013, Rodrigo da Silva Gomes, foi absolvido na tarde desta quarta-feira (21),da acusação imposta contra ele, por dois menores que disseram ter sido o mesmo o mentor intelectual do crime que culminou com a morte de Peste. Quando foi chamado pela presidência do tribunal do júri para falar, Rodrigo disse que era inocente da acusação. Ele citou que quando o homicídio ocorreu, estava com sua esposa, pois a mesma tinha acabado de dar a luz.
Ele disse ainda que os menores lhe apontaram como sendo o mandante deste homicídio, porque ele sempre chamou a polícia para coibir as páticas de furtos e outros delitos praticados na praça da feira. Também constava nos autos, acusação de tráfico de drogas contra Rodrigo, e sobre isso ele falou não ser traficante, nem usuário de substâncias entorpecentes, disse ser trabalhador e vivia do comércio que seu pai mantém na praça da feira. Em todo tempo, demonstrou segurança na sua fala e esteve o tempo dodo de cabeça ereta, não se comportando como sempre fazem a maioria dos que sentam no banco dos réus, que ficam de cabeça baixa.

Ele disse que não mandou matar, que não é usuário e nem traficante de drogas
A tese da defesa foi decisiva para impressionar os sete jurados que estiveram representando a sociedade camacaense neste julgamento. A acusação foi impetrada pela Promotora de Justiça Iveline Noemi Silva Porto. ela disse que houve dolo com intenção de executar a vítima. “Ele foi o autor intelectual’, disse apontando para o réu. No âmbito da sua acusação, a promotora citou a banalização contra a vida, por causa do tráfico de drogas.
Em certo momento do seu pronunciamento, ela destacou que sua função não é colocar pessoas na cadeia, mas para observar a justiça, por meio da lei, analisando sempre o que consta nos autos do processo e assim fazer a defesa, representando a sociedade. Um dos apontados neste episódio, não compareceu ao tribunal do Júri porque está foragido. Todos os argumentos deferidos pela acusação caiu por terra e Rodrigo, foi absolvido na tarde desta quarta-feira 21 de maio. O tribunal do júri, foi presidido pela juíza Emanuelle Vita Leite Armede, a acusação foi impetrada pela Promotora de Justiça, Iveline Noemi Silva Porto, a defesa foi feita pelos advogados criminalistas Josemar Dantas e Marcos Bandeira Junior. O julgamento teve duração em torno de 8 horas.




































