Os 15 mil técnicos de urnas contratados para dar assistência nas eleições de 2010 estão a ver navios. Até agora o dinheiro da rescisão contratual não foi depositado em conta. A empresa Probank, segundo os técnicos, culpa o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), num jogo de empurra que começou em 5 de novembro e já faz mais de um mês.
Dos compromissos firmados, foi apenas pago o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). “Mas só caiu a metade do dinheiro devido”, reclama um dos técnicos que atuaram nos dois turnos das eleições 2010 em Itabuna. “O próprio TRE [Tribunal Regional Eleitoral] na Bahia evita se manifestar em relação ao caso”. Do pimenta na Muqueca





































