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| Este fica no Posto de Saúde Manoel Rodrigues. |
Por Agnaldo Santos
Mais de 70% da telefônia pública de Camacan está passando por um processo de legítima precariedade.
Em Cada dez telefones, os chamados orelhões, sete deles não estão funcionando por falta de Manutenção, motivando assim a ação generalizada do vandalismo recorrente que persiste em dar cabo do patrimônio público.
São dezenas de orelhões no centro da cidade e bairros periféricos precisando de urgentes reparos, mas isso não tem ocorrido.
Dificilmente se vê algum técnico da empresa responsável dando alguma assistência a este patrimônio público tão utilizado e crucial para uma comunidade.
Atribui-se a falta de perfeito funcionamento dos telefones, á empresa Oi concessionária responsável pelo serviço, ela tem priorizado os serviços de telefônia móvel ignorando os orelhões, deixando brecha para o vandalismo consistente carregado de irresponsabilidade e outras atrocidades que tem se instalado por todas as partes.
Pelo que tudo indica, no andar da carruagem, os orelhões perderão seu espaço e a sociedade consumista deste serviço tão utilitário, se prepare para dentro de pouco tempo ir visitar os antiquários, ou outras destas casas que colecionam coisas antigas para ver uma destas relíquias em exposição.
Será que está é a era do fim da telefônia pública, ou o início da decadência? Fica a pergunta no ar.