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| Gervásio Correia disse que as denúncias tem conotação polítiqueira. |
O secretario de educação do Município de Santa Luzia esteve na tarde desta quarta-feira (2), no programa a Hora do Povo da Regional Sul FM apresentado pelo radialista Agnaldo Santos, onde foi pedir direito de resposta sobre algumas denúncias feitas por quatro membros do Conselho Municipal de Alimentação Escolar (CAE) ao Ministério Público Estadual em Santa Luzia e na imprensa regional.
A denúncia foi feita no dia 21 de fevereiro, assinada pelos conselheiros onde diz que muitos dos alimentos pagos pelo prefeito Ismar Santana, ou não constavam no cardápio dos alunos ou foram adquiridos em quantidade muito superior ao que os alunos suportariam consumir.
Diante destas denúncias o secretário disse que estes conselheiros nunca foram à secretária para fiscalizar a merenda escolar, mas vivem a propagar o que não sabem e no final de tudo isso, proclamou o secretário, a intenção deles é só de prejudicar a população. “Eles acreditam que com o caos, prejudicando os alunos vai dar ibope, e assim os verdadeiros interessados possam fazer uma carreira política e vão até a secretaria fazer acusações que eles mesmos plantaram dizendo que não tem merenda nas escolas”, disse argumentando que essas pessoas são acostumadas provocarem uma doença pra depois dizerem que tem a cura.
Gervásio Correia reiterou que não é isto que o Município de Santa Luzia precisa. ”Nós precisamos de pessoas que nos ajudem, busquem a verdade e puxem a corda para o mesmo lado”. O secretário disse que a gestão municipal já está cansada de tentarem usar a população e as crianças para fazerem seus nomes.
Ele destacou que a única intenção destas pessoas é conseguirem reprovar as contas da merenda escolar do Município para faltar a alimentação nas escolas e sobre essa prerrogativa fazerem suas campanhas políticas eleitoreiras.
O secretário também falou que a denuncia dos conselheiros em questão também traz trechos onde aponta compra exorbitante na quantidade de sal quando a verdade é outra.
Ele explicou que a quantidade de sal consumida por cada aluno é abaixo de dois gramas e meio. ”Isso não salga nada” disse complementando que o charque utilizado nas escolas que é de apenas 10 fardos ao mês, foi contabilizado 100 durante o ano inteiro.
O secretário comentou que em cada feijão tropeiro utilizado na merenda, se gastam sete o que no seu ponto de vista é muito pouco.
“Nós temos mais de trinta escolas no Município de Santa Luzia e quase quatro mil alunos e não é fácil se administrar desta maneira”, finaliza o secretario.





































