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Jaques Wagner é reeleito governador da BA

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Do G1

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi reeleito neste domingo (3), no primeiro turno, para continuar por mais quatro anos no governo.

Segundo dados da Justiça Eleitoral, Wagner recebeu 4.101.270 votos, o que representa 63,83% do total dos votos válidos no estado.

O ex-governador Paulo Souto (DEM), com quem Wagner disputou o governo outras duas vezes, teve 1.033.600 votos (16,09% do total de válidos), e o ex-ministro de Integração Regional Geddel Vieira Lima (PMDB) terminou a eleição com1.000.038 votos (15,56%).

Antes do primeiro mandato, petista foi ministro do Trabalho de Lula.Com 99,86% de apuração, Wagner obtinha vitória por 63,84% dos votos.

Do G1, em São Paulo

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), foi reeleito neste domingo (3), no primeiro turno, para continuar por mais quatro anos no governo.

Segundo dados da Justiça Eleitoral, Wagner recebeu 4.101.270 votos, o que representa 63,83% do total dos votos válidos no estado.

O ex-governador Paulo Souto (DEM), com quem Wagner disputou o governo outras duas vezes, teve 1.033.600 votos (16,09% do total de válidos), e o ex-ministro de Integração Regional Geddel Vieira Lima (PMDB) terminou a eleição com1.000.038 votos (15,56%).

Veja o resultado completo das eleições na BA

A disputa eleitoral na Bahia se deu com a divisão da coligação formada pelo PT com o PMDB nacionalmente. No estado, Lima concorreu com Wagner, dividindo o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante a campanha, Lula pregou a pacificação do estado após a eleição e disse que o pleito é apenas “um episódio da nossa vida”. O presidente lembrou que Wagner e Lima foram aliados em 2006.

Wagner chegou ao final do seu mandato como um dos governadores de maior popularidade do país. Pesquisa Datafolha realizada em julho indicou que os baianos davam nota de 6,6 ao governo de Wagner, a segunda mais alta entre os estados que receberam a pesquisa (PE, BA, SP, RJ, RS, PR, MG e DF).

Wagner foi eleito governador pela primeira vez em 2006, com 52,89% dos votos, quando quebrou um ciclo de quatro mandatos consecutivos do PFL à frente da Bahia. Ele chegou ao poder depois de derrotar seu principal concorrente na disputa, o então governador Paulo Souto (PFL), lançado à política pelo senador Antonônio Carlos Magalhães (PFL) e que o havia derrotado quatro anos antes. Ele era governador quando ACM morreu, em julho de 2007, por conta de problemas cardíacos.

O governador eleito da Bahia Jaques Wagner (PT) comemora a vitória. (Foto: Lúcio Távora / AE)

Antes de ser governador, Wagner ocupou o Ministério do Trabalho no governo Lula (entre janeiro de 2003 e janeiro de 2004) e também foi ministro da Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Com a crise do “mensalão”, foi designado Ministro das Relações Institucionais.

Muitos creditam à sua atuação no cargo e à eleição à presidência da Câmara de Aldo Rebelo, a quem substituiu no ministério, o fim da tormenta dos escândalos políticos que assolavam o governo. Deixou o ministério para se candidatar ao governo da Bahia.

Jaques Wagner fez carreira política na Bahia, mas nasceu no Rio de Janeiro. Pai de três filhos, é casado com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça.

Sua iniciação na vida política teve origem no movimento estudantil, a partir de 1968. O petista foi presidente do diretório acadêmico da Faculdade de Engenharia da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro.

Em 1973, foi obrigado a abandonar o curso, para o qual nunca retornou, em razão de perseguições do regime militar. Mudou-se então para Salvador e começou a trabalhar no pólo petroquímico de Camaçari, como técnico em manutenção.

Pouco tempo depois, já militava no meio sindical. De 1987 a 1989 foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica).

Em 1989, foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores. Sua ligação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem dessa época. Ambos se conheceram em um congresso de petroleiros. Também foi um dos responsáveis pela organização da CUT (Central Única dos Trabalhadores) na Bahia.

Seu primeiro cargo eletivo foi conseguido em 1990, quando obteve um mandato como deputado federal. Foi reeleito duas vezes (em 1994 e em 1998).

Apesar da vitória, Wagner já sofreu duas derrotas nas urnas. Em 1996, tentou a prefeitura de Camaçari, na Grande Salvador, mas perdeu o pleito. Em 2002, tentou o governo da Bahia, mas perdeu para o seu antecessor no governo, Paulo Souto (então do PFL), com quem novamente disputou em 2006.

A disputa eleitoral na Bahia se deu com a divisão da coligação formada pelo PT com o PMDB nacionalmente. No estado, Lima concorreu com Wagner, dividindo o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante a campanha, Lula pregou a pacificação do estado após a eleição e disse que o pleito é apenas “um episódio da nossa vida”. O presidente lembrou que Wagner e Lima foram aliados em 2006.

Wagner chegou ao final do seu mandato como um dos governadores de maior popularidade do país. Pesquisa Datafolha realizada em julho indicou que os baianos davam nota de 6,6 ao governo de Wagner, a segunda mais alta entre os estados que receberam a pesquisa (PE, BA, SP, RJ, RS, PR, MG e DF).

Wagner foi eleito governador pela primeira vez em 2006, com 52,89% dos votos, quando quebrou um ciclo de quatro mandatos consecutivos do PFL à frente da Bahia. Ele chegou ao poder depois de derrotar seu principal concorrente na disputa, o então governador Paulo Souto (PFL), lançado à política pelo senador Antonônio Carlos Magalhães (PFL) e que o havia derrotado quatro anos antes. Ele era governador quando ACM morreu, em julho de 2007, por conta de problemas cardíacos.

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