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Por Agnaldo Santos
Foi um grande sucesso de público a 3ª edição do feijão Fest, da Câmara de dirigentes lojista de Camacan, CDL) que ocorreu nesta terça-feira (12) na Loja Maçônica à rua Renato Cabral. A festa carimbou a brilhante passagem do presidente Manoel Oliveira, à frente da instituição nestes últimos quatro anos, o evento que é restrito apenas a ala empresarial e funcionários de estabelecimentos empresariais credenciadas à CDL, teve como foco principal a despedida do seu presidente que a partir de 2011 vai deixar o cargo.
Manoel Oliveira exerceu dois mandatos consecutivos de dois anos cada um, eleito pelo voto direto do segmento empresarial conseguindo presidir a casa com respaldo e competência. O feijão Fest é apenas uma das suas marcas registrada, e tem atraído o número Maximo de pessoas do segmento.
A gestão de Manoel foi marcada com obras importantes em beneficio do comércio e isso tem se refletido de forma positiva na população consumista do município e da região. O III feijão fest foi um momento de solenidade que também homenageou personalidades que contribuíram de forma direta para o desenvolvimento da CDL e do comércio, estas personalidades, receberam premiação de reconhecimento e honra ao mérito. A festa contou com importantes visitas do raio society Camacanese, participando do tradicional feijão. O evento foi embalado com muita gente bonita, som ao vivo, sem faltar o encontro de empresários que fazem de Camacan um pólo de eminente desenvolvimento.
Na Gestão de Manoel oliveira, foram concluídas a sede da instituição, que teve início com Edson Nunes da Cajazeira, construção de um auditório, construção de uma galeria, compra de um data show completo, mural de homenagens, e várias entregas de prêmios.
De acordo com o presidente, uma das coisas lhe deixa triste, é sair da presidência da CDL e não poder dar continuidade ao processo de reconstrução do Clube de Campo, as margens da Avenida dos Pioneiros. “Nós ainda conseguimos dar início a um bingo, para poder reconstruirmos o Clube, mas infelizmente não deu”, disse frisando que não encontrou o apoio necessário. “Sinto muito”, finaliza o presidente.






































