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Apesar de terem sido os principais impactos negativos sobre a desaceleração da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os combustíveis ainda não devolveram os aumentos sofridos no acumulado do ano, segundo a coordenadora de Índices de Preços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Eulina Nunes.
O preço da gasolina, que recuou 3,94% em junho após alta de 0 85% em maio, liderou os impactos negativos no IPCA, responsável por uma queda de 0,17 ponto porcentual. Foi a primeira queda no preço da gasolina este ano. “O etanol é a mesma coisa, de janeiro a junho teve aumento de 5,95%, também mais do que todo o ano passado, quando subiu 4,36%”, acrescentou a coordenadora do IBGE.





































