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Cerimônia de posse de Dilma terá trajeto alternativo

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Os bastidores já estão trabalhando para a cerimônia de Posse.
Senado Federal
A incerteza quanto ao clima em janeiro levou a comissão organizadora da posse presidencial a pensar em alternativas para a cerimônia que se iniciará às 14h30 do dia 1º. Em caso de chuva, Dilma Rousseff entrará no Palácio do Congresso pela Chapelaria, que é coberta. Se a chuva for fraca, caberá à presidente eleita optar por entrar, após o trajeto no Rolls Royce presidencial pela Esplanada dos Ministérios, pelo Salão Negro do Congresso ou pela Chapelaria.

A comissão, formada por representantes do Senado, Câmara, Itamaraty, gabinete de transição do governo e Comando Militar do Planalto, reuniu-se na sexta-feira no Senado para tratar da solenidade, prevista para durar de uma hora e meia a duas horas. Será a sexta posse presidencial desde o fim do regime militar.

— É um evento que mobiliza diversos setores. A reunião serviu para ouvir o que cada um tem a dizer. É importante que todos estejam afinados — disse Claudia Lyra, secretária-geral da Mesa e coordenadora no Congresso da cerimônia. A fim de evitar imprevistos, a comissão está programando um ensaio para sete ou dez dias antes do evento.

— O ideal é que o ensaio seja realizado em um final de semana para que encontremos condições próximas àquelas do dia do evento — comentou Juliana Guaracy Rebelo, diretora de Relações Públicas do Senado.

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