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Cadeia publica de Camacan, vive processo de precariedade

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A unidade vive processo de calamidade publica

Os xadrezes da delegacia Circuscricional de Camacan, vivem atualmente um processo de superlotação. As seis selas com capacidade para dezesseis detentos, estão comportando vinte e oito. Os encarcerados vivem amontoados e sem as mínimas condições de higiene. As deficiências não param por ai, os profissionais utilizam os próprios veículos para realizar as diligencias, pois a unidade prisional só tem uma viatura e, é necessário que a comunidade e o comércio estejam ajudando os agentes, contribuindo para abastecer os veículos. A Polícia Civil tem contado com a parceria da Policia Militar, colocado a disposição da Delegacia, um policial a fim de garantir melhor segurança no local. Este Policial está sempre em revezamento a cada 24 horas com outro colega e assim vai amenizando as deficiência na segurança da cidade. Apenas dois carcereiros e dois policiais Civis, dão plantão se esforçando ao Maximo para garantir a boa ordem em uma delegacia que tem um histórico negativo de fuga de presos. Por causa da fragilidade do complexo, em menos de dois anos, mais de 25 presos já empreenderam quatro fugas, alguns foram recuperados, outros ainda estão nas ruas cometendo novos crimes. Falta papel, combustível e infraestrutura. Mine presídio. Em recente entrevista ao Jornal O Tempo, o Delegado Jackson Silva, disse que o Município de Camacan, necessita de uma espécie de mine presídio regional para atender não só a demanda local, mas também a cidades vizinhas que muitas vezes estão transportando presos para o Município, também por causa de condições estruturais.

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