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| Zé do Taxi conta que os bandidos não lhe deixaram sem dinheiro. |
Por Agnaldo Santos
O taxista José Costa Nascimento, conhecido como Zé do taxi 52 anos, residente à Rua Barão de Cotegipe 240, Município de Santa Luzia, esteve na manhã desta segunda-feira (10) no plantão da delegacia Pública de Camacan, alegando que na tarde de quarta-feira (5) por volta das 18h40min, teve seu veículo um taxi VW Gol branco, placas de Santa Luzia, JLE 8604, assaltado na BR 101 por dos dois homens armados de pistola e revolver, no entroncamento de Santa Luzia.
O taxista José Costa Nascimento, conhecido como Zé do taxi 52 anos, residente à Rua Barão de Cotegipe 240, Município de Santa Luzia, esteve na manhã desta segunda-feira (10) no plantão da delegacia Pública de Camacan, alegando que na tarde de quarta-feira (5) por volta das 18h40min, teve seu veículo um taxi VW Gol branco, placas de Santa Luzia, JLE 8604, assaltado na BR 101 por dos dois homens armados de pistola e revolver, no entroncamento de Santa Luzia.
Ele conta que estava trabalhando em um ponto localizado á praça principal da cidade, quando os assaltantes chegaram pedindo uma corrida para o Posto da Polícia rodoviária Federal.
Ele conta que cobrou R$ 30,00 pela contratação da corrida,
Chegando ao entroncamento de Santa Luzia, os bandidos lhe renderam e ordenaram que os conduzissem a uma estrada vicinal com destino a um cafezal de uma fazenda de propriedade do médico Euvaldo Maia. “Quando nós chegamos ao local, eles me tiraram do carro e me fizeram deitar”, disse frisando que os bandidos lhe tomaram sua carteira e queimaram o chip do celular.
Zé do taxi enfatizou ainda que mesmo deitado teria pedido os documentos do veículo e eles lhe deram, pediu a carteira e os assaltantes não lhe negaram, também pediu o celular e os assaltantes simplesmente lhe entregaram.
Ele destacou que o mais curioso de tudo é que os assaltantes pegaram sua carteira e abriram, como perceberam que tinha apenas R$ 20, em espécie, a devolveram. Meteram a mão no bolso e lhe pagaram a corrida cobrada, o equivalente a R$ 30,00.
O taxista ainda comenta que um dos elementos amarrou um pano em seu rosto e zombou reclamando que aquela lata velha não servia nem para o desmanche.
Ele contou que o homem que lhe amordaçou, perguntou ao comparsa se podia matá-lo ali mesmo, e este pediu que não lhe fizesse nem um mal.
“Agora estou parado e desempregado com uma mulher e dois filhos para sustentar, disse lamentando que o veículo é o seu unico meio de sobrevivência.
Zé do taxi registrou boletim de ocorrência no Município de Santa Luzia, mas também pediu providencias às autoridades Policiais do Município de Camacan.





































