 |
| O Juiz Sérgio Luiz Rocha Pinheiro Heathrow vai presidir o juri popular.. |
Por Agnaldo Santos
Foram ouvidos nesta terça-feira (25), em audiência de instrução no Fórum Desembargador Antonio Carlos Souto em Camacana, dois dos quatro acusados da morte do taxista Egmar Pereira da Silva o grande 46 anos, assassinado a golpes de facão e faca no dia 20 de Junho de 2010 na fazenda Vila Vitória entre Camacan e Jacareci.
Os acusados são Leonardo de Jesus Almeida e Josemar Rodrigues,
O crime que foi praticado com requintes de perversidade teve grande repercussão no estado e na imprensa nacional. O homicídio ocorreu na noite de domingo, quando quatro homens e uma menor grávida de 17 anos, pediram uma corrida para o distrito de Jacareci, às margens da rodovia BA-002.,
Outros dois acusados deste bárbaro homicídio morreram em confronto com a polícia um dia após o crime e foram identificados como Elizenilton Pimentel e Marcelo Rodrigues Pimentel,
A menor de 17 anos que estava com os criminosos quando mataram o taxista foi ouvida e liberada pela polícia.
 |
| Os acusados mataram a vítima com requintes de crueldade. |
Esta é a segunda audiência realizada pelas autoridades com os acusados.
De acordo com o juiz criminal Sérgio Luiz Rocha Pinheiro Heathrow, o procedimento penal está sendo celebre justamente pela gravidade do crime e pela comoção social que o mesmo causou na classe de taxistas, refletindo na própria população que no dia da prisão dos acusados tentou linchá-los.
“Nós estamos tomando todas as providências para tornar o processo o mais breve possível e isso está sendo feito da maneira mais rápida que agente pode atuar”, disse.
O magistrado falou também que nesta audiência de instrução os acusados e as testemunhas foram ouvidos e a partir daí haverá o procedimento de alegações finais do Ministério Público e defesa, a sentença de pronúncia, impronuncia ou absolvição a depender do caso, os acusados serão levados ao tribunal de júri onde serão julgados por sete membros da população.
Perguntado qual o tempo necessário para o julgamento principal diante deste episodio, o magistrado explicou que o tempo normal de amora é em torno de 1 a 2 anos, mas destacou que como se trata de um caso mais grave devido à grande comoção social, e a situação ser especifica, o prazo do julgamento final a partir de agora pode ser feito dentro de no Maximo três meses.