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Acusado de cegar deficiente mental se defende das acusações

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Por Agnaldo Santos

Cleber José dos Santos, 31 anos, residente à Rua Francisco Franco, Cidade Alta, Camacan, foi convocado nesta quinta-feira (11) pelas autoridades policiais para se explicar diante das autoridades Civis, porque pesa contra ele uma acusação de maus tratos a um doente mental identificado como Jonas Brito da Silva, 44 anos, morador da mesma rua.
De acordo com um boletim de ocorrência registrado pela mãe da vítima, Cleber espancou o seu filho a ponto de cega-lo do olho direito.
Cleber se defende das acusações e  disse à nossa reportagem que no dia que o fato ocorreu, estava enfrente a área de serviço da casa de sua mãe fazendo uma puxada, quando Jonas chegou lhe difamando com palavras de baixo calão, e pedia grosseiramente que seu oponente retirasse uma terra escavada  do beco da casa da mãe dele.

Ao se opor ao pedido, jonas teria se apossado de um pedaço de ripa de madeira, desferindo sobre as suas costas. “Quando ele fez isso, tomei o pedaço de madeira que estava em suas mãos e revidei as agressões”, disse. Perguntado sobre o olho roxo e as marcas contidas pelo rosto da vítima, ele disse que não sabe, mas confessou que realmente teria desferido o pedaço de madeira sobre o corpo de Jonas.

Cleber ainda disse não acredita ter cegado o doente mental porque tem notícias que a vítima tem um histórico de ser uma pessoas cega de nascença,  e finalizou dizendo que os familiares de Jonas  vivem lhe incriminando  dizendo que a vítima só ficou cega depois do espancamento. 
 O agressor foi advertido e obrigado a pagar as despesas feitas com medicamentos pelos familiares do doente mental.

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