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Por Agnaldo Santos
Nesta quinta-feira 27 estão completando 30 dias da morte da empresária Kátia Cristina, 31 anos, esposa do empresário Edvan Ribeiro. Ela foi alvejada e morta com dois tiros na cabeça na porta da igreja, quando se preparava para ir para sua residência.
 No dia do homicídio Kátia estava com sua mãe e os filhos menores á bordo de um veículo Toyota Corolla quando o criminoso se aproximou e efetuou os disparos que culminaram com a morte.
 Na seqüência o atirador saiu tranquilamente no meio dos fieis, chegando a fazer dois disparos para o alto a fim de dispersar os evangélicos que se encontravam na porta da igreja.
Até o presente momento as autoridades policiais não conseguiram encontrar o autor dos disparos e seus possíveis comparsas neste episódio e isso tem deixado população perplexa porque este homicídio está ficando na eminência de se tornar insolúvel.
O Juiz criminal Sergio Luiz Rocha Pinheiro Heathrow disse que a justiça observa o caso de forma muito cautelosa porque este é um problema sério que envolve membros da comunidade e pessoas de renome da cidade.
Ele comentou que existem várias teorias a respeito deste crime e inclusive a de crime passional, crime de ocultação de informação e uma serie de possibilidades.
“As autoridades Policiais estão trabalhando neste caso de forma competente e dentro do prazo que prevê o código de processo penal. Assim que agente tiver este inquérito pronto será remetido ao Ministério Público, que oferecerá denuncia e agente poderá então dar andamento ao feito, e assim tentar julgar o processo até o final do ano no Maximo, no Tribunal do Júri”, disse.
O magistrado falou que para se concluir um inquérito deste, como ainda não há preso e nem a certeza de quem possa ter cometido o crime, o prazo é de 15 dias prorrogáveis por mais 15, para que o delegado conclua o inquérito policial que termina exatamente nesta quinta-feira 27 de Janeiro, quando se completam 30 dias da morte da empresária.
“Como este crime não foi a penas de comoção local, mas nacional, a justiça dar  prioridade a este feito justamente por causa da repercussão e pela barbaridade do crime e pela nebulosidade que cerca este homicídio”, disse reiterando que neste caso existem muitas teorias e várias possibilidades e, isto tem levado a polícia demorar na conclusão do inquérito, não no sentido de negligência ou má fé, mas no sentido de tentar realmente se fazer um bom trabalho e chegar ao verdadeiro responsável por este crime, finaliza o Magistrado.

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