
Eu jamais pedirei para um delegado, um juiz, não fazer as coisas corretas”, disse.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (30) que não usará o cargo para proteger o filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, alvo de uma investigação da Polícia Federal. Segundo o presidente, o filho será tratado como qualquer outra pessoa e não terá privilégios diante da apuração.
“Quando eu vejo essas barbaridades faladas contra o meu filho, se meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa, como eu seria tratado. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado, um juiz, não fazer as coisas corretas”, disse.
Lula afirmou que o apoio ao filho depende da conduta dele diante das investigações. “Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha; se fizer coisa errada, ele sabe o que eu passei. Não vão usar meu cargo para proteger. Ele vai ter que comprovar que é inocente, como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra”, completou.
O presidente disse ainda que o filho não vai se esquivar da Justiça. “Ele jura para mim todo dia. Se for julgado, ele vira para cá, não vai ficar escondido não”, afirmou.





































