
Contudo, líderes partidários avaliam que qualquer avanço em propostas de emenda à Constituição (PECs) sobre o tema deverá ser conduzido de forma cautelosa para evitar retrocessos ou reações populares desfavoráveis.
As recentes tensões institucionais e desdobramentos de investigações que atingem o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso Nacional reacenderam a discussão sobre a extinção do foro por prerrogativa de função para parlamentares. Em meio aos desdobramentos de apurações ligadas ao caso do Banco Master e às operações policiais envolvendo a liberação e transparência de emendas parlamentares, lideranças políticas articulam a retomada de propostas que visam alterar ou limitar o alcance do foro especial, pauta que deve ganhar força nas discussões legislativas após o período eleitoral.
A insatisfação no Congresso aumentou após o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra parlamentares e a citação de nomes de lideranças partidárias em relatórios investigativos. Esse clima de desconfiança mútua fortaleceu a tese de que o foro deixou de ser uma garantia institucional e passou a expor congressistas a inquéritos concentrados no STF. Contudo, líderes partidários avaliam que qualquer avanço em propostas de emenda à Constituição (PECs) sobre o tema deverá ser conduzido de forma cautelosa para evitar retrocessos ou reações populares desfavoráveis.





































