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Suspeito de atrair crianças com doces para cometer abusos é preso na Bahia

De acordo com o Conselho Tutelar, a investigação reúne dois casos e aponta nove vítimas. Na sexta-feira (10), três crianças teriam sido vítimas do suspeito.

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O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência, realizou o acolhimento das vítimas, registrou o boletim de ocorrência e encaminhou as crianças e adolescentes para exames de corpo de delito.

Um homem de 47 anos foi preso em flagrante, no sábado (11), suspeito de estupro de vulnerável contra crianças no bairro Santa Inês, em Itabuna, no sul da Bahia. Segundo apuração da TV Santa Cruz, afiliada da TV Bahia, o homem, que não teve o nome revelado, atraía as vítimas para a casa dele oferecendo doces, lanches e brinquedos. As crianças o chamavam de “tio”. O caso foi descoberto após denúncias anônimas.

De acordo com o Conselho Tutelar, a investigação reúne dois casos e aponta nove vítimas. Na sexta-feira (10), três crianças teriam sido vítimas do suspeito. Já no sábado (11), outras seis vítimas foram identificadas: quatro crianças e dois adolescentes, sendo um deles autista.

A Polícia Militar informou que foi acionada na tarde de sábado pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) e pela Ronda Escolar para averiguar uma denúncia de abuso sexual e aliciamento de menores.

No imóvel indicado, equipes do 15º Batalhão da PM encontraram o suspeito e cinco crianças. O homem foi preso e levado para a 6ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), onde foi autuado em flagrante por estupro de vulnerável.

O Conselho Tutelar acompanhou a ocorrência, realizou o acolhimento das vítimas, registrou o boletim de ocorrência e encaminhou as crianças e adolescentes para exames de corpo de delito.

Segundo o órgão, os casos também foram comunicados à Vara da Infância e Juventude de Itabuna, responsável por conduzir a escuta especializada das vítimas.

Em nota, a Polícia Civil informou que foram expedidas guias para exames periciais e que o suspeito permanece à disposição da Justiça. A instituição informou ainda que outros detalhes da investigação não serão divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). (G1)

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