A PM relata que foi chamada por uma pessoa que passou pelo local e avistou um carro parado com dois ocupantes discutindo. Como descrito no documento, ao ser abordado pelo policial militar Edmilson Correa, o promotor perguntou se ele sabia com quem estava falando e o que o PM deveria “colar os cascos” para falar com ele. Depois disso, o promotor deu ordem de prisão ao soldado, disse que a arma do policial tinha numeração raspada e que ele pretendia “plantar” droga em seu carro.
Não satisfeito, o promotor agrediu o PM fisicamente e o ameaçado de morte com a própria arma.Dentro do carro, os policiais encontraram garrafas de cerveja vazias e uma de uísque. Após ser algemado, o promotor bebeu um “líquido estranho” e começou a “tomar banho” com as bebidas que estavam no carro. Ele chegou a tirar o short e saiu andando apenas de cueca pelo local.
O documento cita ainda um frentista do posto, que declarou à PM ter visto o promotor saindo do banheiro do estabelecimento e cheirando algo em suas mãos e depois limpando-as. De acordo com a publicação, Silva não foi preso apenas porque tem prerrogativa de função.

Sendo um promotor, ele só poderia ser detido em flagrante por crimes inafiançáveis, como racismo, terrorismo, tortura, tráfico e crimes considerados hediondos.Em nota enviada ao site, o Ministério Público do Mato Grosso disse que se trata um fato isolado, que eles repudiam. A instância acrescentou que está tomando as providências cabíveis para apurar a conduta do promotor, que pode acabar sendo exonerado do cargo que ocupa em Guarantã do Norte, a 721 km de Cuiabá. (Bahia Notícias)





































