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No 1º dia do júri, testemunha passa mal com medo de Elize

O cabelo loiro, mal amarrado, caía sobre o ombro direito. Nervosa, bebeu água com açúcar antes de os jurados terminarem a leitura das peças.

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Entre os dedos agitados, segurava um lenço, que foi usado para enxugar as suas lágrimas em pelo menos cinco oportunidades

O primeiro dia do júri de Elize Matsunaga, acusada de matar e esquartejar o marido, foi marcado por choro da ré, bate-boca entre defesa e acusação, além de um depoimento incompleto, após uma das três testemunhas ouvidas dizer ter medo de Elize e passar mal. Ela é julgada pelo homicídio de Marcos Kitano Matsunaga, herdeiro da Yoki, em maio de 2012.Sentada à direita dos seus advogados, ela chorou antes mesmo da entrada da primeira testemunha no plenário.

Entre os dedos agitados, segurava um lenço, que foi usado para enxugar as suas lágrimas em pelo menos cinco oportunidades. A ré chegou ao Fórum Criminal da Barra Funda na manhã desta segunda-feira, 28, e vestia um terninho preto, camisa azul e sapatilhas. O cabelo loiro, mal amarrado, caía sobre o ombro direito. Nervosa, bebeu água com açúcar antes de os jurados terminarem a leitura das peças. A babá Amonir Hercília dos Santos foi a primeira testemunha chamada, às 12h33.

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