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Mulher que matou cunhado queimado por causa de celular é condenada

A mulher está presa desde agosto do ano passado e voltou para o Conjunto Penal de Feira de Santana após o julgamento.

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Três dias depois do crime, Marlene se apresentou à polícia com um advogado.

A feirante Marlene Santos Peixoto, que confessou ter matado o cunhado queimado após ele ter quebrado o celular dela durante uma discussão na cidade de Feira de Santana, a 100 km de Salvador, foi condenada a 11 anos e três meses de prisão em regime fechado, pelo crime de homicídio qualificado privilegiado. A pena foi determinada pela juíza Márcia Simões Costa, após júri popular realizado na terça-feira (11), segundo informou ao G1 o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), nesta quarta-feira (12).

A mulher está presa desde agosto do ano passado e voltou para o Conjunto Penal de Feira de Santana após o julgamento. Três dias depois do crime, Marlene se apresentou à polícia com um advogado e admitiu ter assassinado Antônio Teodoro Silva, mas foi liberada por ter se apresentado espontaneamente à polícia.

A vítima teve 40% do corpo queimado e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, após quatro dias internado. Marlene alegou que agiu em legítima defesa após ter sido ameaçada pela vítima. Quando foi presa, Marlene estava com mandado de prisão em aberto e foi encontrada ao sair da casa onde estava morando após o crime, na cidade de Iaçu, distante cerca 280 km de Salvador. (A Tarde)

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