O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados adiou para esta quarta-feira(23), a reunião para tratar de representações que envolvem os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Larte Bessa (PR-DF). Wyllys é acusado de quebra de decoro por ter cuspido em direção ao deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) no dia da votação da admissibilidade do processo de impeachmentda então presidenta Dilma Rousseff, em 17 de abril.
O colegiado colherá depoimentos das testemunhas arroladas no processo. Devem ser ouvidos os deputados Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), Erika Kokay (PT-DF) e Silvio Costa (PTdoB-PE). Os depoimentos das testemunhas da representação contra Jean Wyllys no Conselho de Ética têm sido marcados por divergências entre apoiadores de Bolsonaro e defensores do representante do PSOL.
Apoiadores de Bolsonaro insistem que o episódio foi premeditado, enquanto os defensores de Wyllys afirmam que este reagiu a insultos homofóbicos que teriam sido feitos pelo parlamentar fluminense. Eles afirmam, além disso, que o processo contra Wyllys está sendo pautado por “disputas ideológicas”.Já no caso do deputado Laerte Bessa, o Conselho de Ética deve definir na reunião desta quarta-feira o relator da representação protocolada pelo PSB.
O Partido Socialista Brasileiro acusa o deputado de quebra de decoro parlamentar por ter feito críticas ao governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, usando palavras de baixo calão. Rollemberg é filiado ao PSB.





































